Cabe destacar que, apesar de possuir sentido equivalente ao termo landschaft, surgido em meados do século XVI, de origem alemã (e de onde deriva a palavra inglesa landscape), o sentido colocado entre elas possuem grandes diferenças ontológicas e, enquanto o conceito no francês se associa ao olhar que se coloca sobre uma região, o conceito alemão abrange dimensões de “toda uma região com suas complexidades morfológicas, e não se limitando, portanto, ao sentido estrito daquilo que se abarca com o olhar, a cena”.[5]

Em "The Morphology of Landscape", Sauer (1925) argumenta que a paisagem geográfica é formada pelo conjunto de formas naturais e culturais associadas a uma dada área e analisada morfologicamente, a integração das formas entre si e o caráter orgânico delas. Portanto, a paisagem cultural ou geográfica é uma resultante da ação, ao longo do tempo, da cultura sobre a paisagem natural. Sauer também considera que a "paisagem possui uma identidade, sustentada por uma constituição reconhecível, limites e uma relação com outras paisagens, para construir um sistema geral".

A paisagem em uma representação cartográfica necessita de um complexo e relativamente detalhado inventário geográfico. A observação tem de partir do nível dos geofácies até mesmo caso eles não figurem na carta. A parte principal do trabalho ocorre no terreno: levantamentos geomorfológicos, pedológicos e fitogeográficos, exame das águas superficiais, observações meteorológicas elementares, inquéritos sobre o sistema de valorização econômica (gestão florestal, percursos pastoris, direitos de uso, etc...). Em geral, esses levantamentos temáticos e informações são completados pelos trabalhos de diversos arquivos (cadastro, serviços administrativos, etc...). Desse modo, para organizar toda essa documentação volumosa e disparatada, é necessário escolher uma linha mestra. Ela é fornecida pelo tapete vegetal cujo levantamento sistemático a 1/50.000, por um método simplificado, intermediário entre o do Serviço da Carta da Vegetação a 1/200.000 da França e o da Carta da Vegetação a 1/100.000 dos Alpes de P. Ozenda, serve de base à cartografia global das paisagens.


A cultura pode ser vista, também, como o conjunto de manifestações humanas que contrastam com a natureza ou comportamento natural, a soma total dos modos de vida construídos por um grupo de seres humanos e transmitidos de uma geração para outra, ser considerada uma propriedade ou atributo inerente aos seres humanos, ou ainda ser meramente um artifício intelectual para generalizar convenientemente a respeito de atitudes e comportamentos humanos (WAGNER e MIKESELL, 2003).
Com uma boa pressão no sistema, um tipo de sprinkler pulsante é perfeito, permitindo que a água penetre no solo mais lentamente. Tipo mais caro – retrátil. Não interfere com a roçada do relvado, uma vez que compacta-se na relva. Para a irrigação, o aspersor é criado e opera com o mesmo princípio que as outras espécies. Em qualquer caso, a aspersão não é tão cara quanto a irrigação por gotejamento.

A umidificação radical pode ser usada não só pela manhã, mas também durante o dia. Economiza tempo, consumo de água e minimiza a participação humana. A principal desvantagem deste método de irrigação é a laboriosidade do processo de instalação. Mas logo todo o dinheiro e os custos de mão de obra para a irrigação por gotejamento do gramado compensam completamente.
Sprinkler - imitação de chuva para irrigação de grama. Pequenas secções das plantações são regadas manualmente a partir do pulverizador com um regador ou uma mangueira. Se a área for muito grande, é aconselhável instalar sprinklers automáticos. Durante a aspersão, não apenas o solo é umedecido, mas também o espaço aéreo ao redor do gramado. Tipos principais:
Em "The Morphology of Landscape", Sauer (1925) argumenta que a paisagem geográfica é formada pelo conjunto de formas naturais e culturais associadas a uma dada área e analisada morfologicamente, a integração das formas entre si e o caráter orgânico delas. Portanto, a paisagem cultural ou geográfica é uma resultante da ação, ao longo do tempo, da cultura sobre a paisagem natural. Sauer também considera que a "paisagem possui uma identidade, sustentada por uma constituição reconhecível, limites e uma relação com outras paisagens, para construir um sistema geral".
Ao chegar em casa no início da tarde e ver suas flores e vegetais favoritos murchando, você provavelmente corre para ligar a mangueira. No entanto, essa não é a melhor decisão a se tomar em termos de eficiência. Quando você rega as plantas durante a parte mais quente do dia, até 30% da água simplesmente evapora por causa do calor do sol e não beneficia suas plantas. Em vez disso, você deve regar no início da manhã ou no final da tarde ou à noite, para que suas plantas obtenham o máximo benefício com a menor quantidade possível de água. Você também deve observar que muitas plantas levemente murchas “voltarão à vida” nas partes mais frias do dia, mesmo sem molhá-las.
Pela manhã e no final da tarde são os horários mais indicados para fazer a rega. Algumas pessoas acreditam que, quando as plantas são regadas próximo ao meio dia, as folhas cozinham, isso não é verdade, o que acontece é que parte da água nesse horário evapora, pois é mais quente. Já durante a noite, a rega também deve ser evitada, pois nesse horário a planta absorve pouca água, e as folhas demoram mais a secar, o  que pode acarretar no aparecimento de fungos.

Quando você molha a grama sem que ela esteja precisando, o seu ato não só se trata de desperdício de água, quando a palavra de ordem é economizar, como isso poderá causar muitas doenças nela, entre elas, fungos. Água demais também fará mal a grama e devemos saber e levar em consideração o tipo de grama escolhida. Algumas precisarão de ais água, enquanto outras, nem tanto e outros fatores também são determinantes, como por exemplo: umidade, vento e temperatura.
Regar sempre próximo do solo. A forma mais eficaz de garantir um solo húmido é regar junto do mesmo, ou seja, em vez de espalhar água de forma superficial, na hora de regar posicione a mangueira ou o regador junto da terra. Desta forma, a água irá penetrar nas raízes das plantas, sem perder água por motivos de evaporação ou por escorrer para outras zonas do jardim.  
Escolhi cuidar mais de mim, regar meu jardim, tomar meu café tranquilo. Ler um bom livro sem cafunés para atrapalhar meu raciocínio. Ouvir algo e não esperar você bater em minha porta a qualquer hora mudando de ideia e desejando viver comigo pro resto da vida. Não quero viver te querendo pro resto da vida, sem saber que a vida deve continuar mesmo não te tendo até o fim. Mesmo que o fim não seja exatamente até onde pensei que seria. Não quero ocupar minha cama agora. Não quero ter você no banco de carona, pegando embalo da dancinha do ombrinho até chegar em mim mais uma vez. Não quero ver você se espalhando em mim, nem se desfazendo debaixo do meu chuveiro. Escolhi não me desencontrar, não me deixar do outro lado. Escolhi amar e não esquecer que amor também é não se esquecer. É lembrar de mim e lembrar de você. É lembrar do você sempre, sem se esquecer de mim nunca.
É preciso entender como se dá o processo de percepção da paisagem pelas populações locais e, principalmente, a percepção da água na paisagem. É importante entender como os diversos grupos sociais a percebem e como é a sua relação com os conflitos inseridos no seu espaço. Pois, para se efetuar qualquer estudo geográfico a respeito da percepção da paisagem, visando a implementação de medidas mitigadoras ou de reorganização do espaço urbano e de ocupação territorial, tem-se que entender como é que as pessoas sentem e entendem o lugar em que vivem, se esperam alguma mudança e quais as mudanças que querem que sejam implementadas para melhorar a sua qualidade de vida.

English: Choose the Best Time for Watering the Garden, Español: escoger el mejor momento para regar el jardín, Deutsch: Den besten Zeitpunkt finden, um den Garten zu bewässern, Italiano: Scegliere il Momento Migliore per Annaffiare il Giardino, Français: choisir le meilleur moment pour arroser le jardin, Bahasa Indonesia: Memilih Waktu Terbaik untuk Menyiram Tanaman, Русский: выбрать лучшее время для полива сада, العربية: اختيار الوقت الأفضل لري الحديقة, 中文: 选择给花园浇水的最佳时间, Tiếng Việt: Chọn thời gian tốt nhất để tưới vườn, ไทย: เลือกเวลารดน้ำต้นไม้ให้เหมาะสมที่สุด, Nederlands: Het beste moment kiezen om je tuin water te geven
Ter um jardim bonito e exuberante para relaxar e brincar com as crianças é motivo de orgulho para muitas pessoas, mas manter a grama sempre verde requer muitos cuidados e um uso excessivo de água. Em alguns lugares, pode haver restrição quanto ao uso da água em determinadas épocas do ano, o que complica um pouco as coisas. Mesmo que não more em uma área com restrição, ainda é uma boa ideia economizar o máximo possível de água para cuidar do meio ambiente. Aprenda a regar seu jardim com eficiência para economizar dinheiro e recursos naturais.
Paisagem deriva do francês paysage; esse termo tem origem na palavra “pays”, que pode ser definido, de forma simplificada como regiões de ocupação humana que apresentam relativa homogeneidade física e registram a história. Essa associação aos pays marcou também o desenvolvimento da paisagem como conceito científico, traçando uma proximidade grande com o conceito de região, também de grande importância para a Geografia.[4]
"[...] a paisagem que vemos hoje não será a que veremos amanhã e nem tão pouco é a que foi vista ontem, pois a paisagem é produzida e reproduzida no decorrer do tempo, através da ação do homem e da sociedade sobre o território, levando em conta que cada ator social tem seu tempo próprio no espaço. Assim, a paisagem é por conseguinte objeto, concreto, material, físico e efetivo e é percebida através dos seus elementos, pelos nossos cinco sentidos, é sentida pelos homens afetivamente e culturalmente". (BERINGUIER, 1991, p. 7)
A paisagem cultural aborda a associação de características humanas, biológicas e físicas sobre a superfície da Terra (especialmente as que são visualmente perceptíveis), alteradas ou não pela ação humana. Como a paisagem, é considerada a materialização da ação humana no espaço, através da necessidade de adaptação à sobrevivência do homem na natureza, e, atualmente, a sociedade, de alguma maneira, está presente em quase toda a superfície terrestre, podemos dizer que, nessas circunstâncias, não mais existe uma paisagem natural. Haja vista que toda a paisagem, mesmo que aparentemente intocada, já perdeu a sua "naturalidade", pois foi, segundo Santos (2002), coisificada. Mesmo que o homem não tenha nela colocado os seus pés, já lhe foi atribuído algum significado e, portanto, faz parte de uma cultura, até mesmo de uma cultura capitalista, na qual faz parte o "racionalismo econômico" (LEFF, 2006) a tudo dá valor. Assim sendo, mesmo de maneira genérica, poder-se-ia dizer que toda a paisagem é cultural, pois mesmo nos recantos intocados das florestas tropicais há a incidência dos valores sociais atribuídos pelo homem.

! No decorrer do dia, as células de plantas começam a fechar-se lentamente para manter a sua humidade. A partir do meio-dia em um dia quente de verão escaldante, estão fechadas apertado. A irrigação também garante que você perca a maior parte da água das raízes das plantas estão absorvendo o mínimo possível, e você está perdendo o valor máximo para a evaporação.
Até a década se 1960, o foco central dos estudos da paisagem estava na sua morfologia, sendo a contribuição de Sauer, em seu artigo, já referido, The Morfology of Landscape, uma das mais importantes nesse sentido. A partir do final da década de 1970, Corrêa (2003, p. 179) sublinha que diversos autores, entre eles Meinig (1979), introduzem, nos estudos da paisagem, a interpretação. Assim, pode-se dizer que, a paisagem urbana é um campo rico para a interpretação, permitindo "múltiplas leituras a partir de diversos contextos históricos-culturais, envolvendo diferenças sociais, poder, crenças e valores". Portanto, a paisagem urbana é repleta de signos e símbolos, e seus significados podem ter inúmeros sentidos.
Assim, ao longo da história, as diferentes abordagens sobre paisagem tentam não somente descrevê-la enquanto conceito geográfico. A paisagem é diferenciada e compartimentada entre paisagem natural, que reflete a interação dos elementos naturais (relevo, vegetação, solo, rios, etc.) e paisagem cultural, como o resultado da ação do homem e da sociedade sobre a natureza, da qual resulta os espaços urbanos e rurais. Mas, também, a paisagem como objeto que pode ser sentida pelo homem, trazendo-lhe inúmeras sensações e sentimentos.
Cultivo meu jardim e rego minhas sementes. Pouco me importa se o vizinho tem jardim maior, mais bonito e florido. Estou cuidando do meu, para que um dia possa florescer através do meu esforço. Enquanto alguns deixam de regar suas sementes para observar as flores alheias, eu me orgulho das minhas sementes estarem germinado viçosas. Um dia estarão todas floridas.
Onde é que se encontra o sublime? Perto. Ao regar as plantas no jardim. Ao escolher os objetos da casa conforme a lembrança de um momento especial que cada um deles traz consigo. Lendo um livro. Dando uma caminhada junto ao mar, numa praça, num campo aberto, onde houver natureza. Selecionando uma foto para colocar no porta-retrato. Escolhendo um vestido para sair e almoçar com uma amiga. Acendendo uma vela ou um incenso. Saboreando um beijo. Encantando-se com o que é belo. Reverenciando o sol da manhã depois de uma noite de chuva. Aceitando que a valorização do banal é a única atitude que nos salva da frustração. Quando já não sentimos prazer com certas trivialidades, quando passamos a ter gente demais fazendo as tarefas cotidianas por nós, quando trocamos o "ser feliz" pelo "parecer feliz", nossas necessidades tornam-se absurdas e nada que viermos a conquistar vai ser suficiente, pois teremos perdido a noção do que a palavra suficiente significa."
Encontrei um hostel, consegui guardar a bicicleta de forma segura e subi com dois alforjes uma escadaria estreita de madeira, com os degraus bem curtos. Coloquei tudo no armário do quarto e deitei na cama sentindo um monte de lágrimas escorrendo no rosto. Eu havia acordado, brigado, pedalado 50 km até ali, comido uma banana e meia dúzia de amendoins. Eu estava exausta e nada disso importava mais do que o fato de eu ser uma mulher e mulheres não deveriam pedalar por aí sozinhas… E se o pneu furar? E se a corrente quebrar? E se eu me perder? E se quando me perder um estuprador brotar do chão e…
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