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Até a década se 1960, o foco central dos estudos da paisagem estava na sua morfologia, sendo a contribuição de Sauer, em seu artigo, já referido, The Morfology of Landscape, uma das mais importantes nesse sentido. A partir do final da década de 1970, Corrêa (2003, p. 179) sublinha que diversos autores, entre eles Meinig (1979), introduzem, nos estudos da paisagem, a interpretação. Assim, pode-se dizer que, a paisagem urbana é um campo rico para a interpretação, permitindo "múltiplas leituras a partir de diversos contextos históricos-culturais, envolvendo diferenças sociais, poder, crenças e valores". Portanto, a paisagem urbana é repleta de signos e símbolos, e seus significados podem ter inúmeros sentidos.
Pela manhã e no final da tarde são os horários mais indicados para fazer a rega. Algumas pessoas acreditam que, quando as plantas são regadas próximo ao meio dia, as folhas cozinham, isso não é verdade, o que acontece é que parte da água nesse horário evapora, pois é mais quente. Já durante a noite, a rega também deve ser evitada, pois nesse horário a planta absorve pouca água, e as folhas demoram mais a secar, o  que pode acarretar no aparecimento de fungos.
Cabe destacar que, apesar de possuir sentido equivalente ao termo landschaft, surgido em meados do século XVI, de origem alemã (e de onde deriva a palavra inglesa landscape), o sentido colocado entre elas possuem grandes diferenças ontológicas e, enquanto o conceito no francês se associa ao olhar que se coloca sobre uma região, o conceito alemão abrange dimensões de “toda uma região com suas complexidades morfológicas, e não se limitando, portanto, ao sentido estrito daquilo que se abarca com o olhar, a cena”.[5]
Cientificamente, podemos conceituar o termo paisagem como resultado da combinação, em um dado território, de elementos físicos, biológicos e humanos que constituem sua unidade orgânica e se encontram estreitamente relacionados. Ou seja, é uma convivência harmônica entre humanos e elementos vivos e não-vivos, onde todos têm a possibilidade de viver normalmente.

Esta mesma pobreza empurra muitas comunidades e grupos para uma depredação do meio ambiente deplorável. Soma-se a falta de instrução adequada com a indiferença política de tantos responsáveis, para lamentarmos destruição de nascentes, margens de rios, ocupação indiscriminada do solo urbano, enfim, a pobreza que vinga nas nossas cidades e entristece o povo do campo.
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