A paisagem, em uma definição mais abrangente, pode ser entendida como a composição de elementos da natureza no espaço, dentre os quais a fauna e a flora, o homem e as edificações que constrói com a sua ação no espaço geográfico. A Geografia, enquanto ciência, estuda a paisagem por deferentes vertentes do pensamento geográfico de distintas maneiras. Mas todas têm como consenso, que a paisagem, é a materialização resultante da interação do homem e os elementos da natureza.

O costume de criar plantas em casa sempre foi algo comum da humanidade, independente da cultura e por incrível que pareça, mesmo nas regiões mais secas do nosso planeta, até metade da água usada por uma família pode ser dedicada aos cuidados do gramado e do jardim. Mas a boa notícia é que você pode limitar o gasto de água e desperdiçar o mínimo simplesmente mudando a hora do dia em que você irriga as plantas.
É necessário prestar atenção à temperatura da água de irrigação. Não é recomendado regar a grama diretamente de um poço ou poço. A temperatura abaixo de 10 ° C choca o sistema radicular da planta. Com a irrigação manual, a água deve ser defendida preliminarmente em recipientes especiais.  Muito mais fácil, se você possui um sistema de irrigação automático para o gramado. A água do poço, sob pressão, tem tempo de aquecer até a temperatura do ar antes de entrar em contato com a grama e o solo.

Pela manhã e no final da tarde são os horários mais indicados para fazer a rega. Algumas pessoas acreditam que, quando as plantas são regadas próximo ao meio dia, as folhas cozinham, isso não é verdade, o que acontece é que parte da água nesse horário evapora, pois é mais quente. Já durante a noite, a rega também deve ser evitada, pois nesse horário a planta absorve pouca água, e as folhas demoram mais a secar, o  que pode acarretar no aparecimento de fungos.
Corrêa (2002, p. 175) diz que, mesmo não se encerrando as possibilidades temáticas, as relações entre cultura e urbano podem se manifestar de diferentes modos. Mas ele relaciona aqui três dessas manifestações. Primeiro, a toponímia e identidade que, segundo Corrêa, "constitui-se em relevante marca cultural e expressa uma efetiva apropriação do espaço por um dado grupo cultural" (p. 176). Segundo, a cidade e a produção de formas simbólicas, "sendo que, em parte, por meio das formas simbólicas é que a cidade expressa uma dada cultura e realiza o seu papel de transformação cultural" (p. 177). E, em terceiro, a paisagem urbana e seus significados, sendo esta que "constitui-se em importante temática, tendo atraído a atenção dos geógrafos[...]" (p. 179).
Com certeza deve-se evitar encharcar a terra, mas não há uma quantidade exata de água para colocar nas plantas. Água demais deixa as raízes das plantas afogadas, pois elas também precisam de ar, além do que, água em excesso pode acarretar no aparecimento de fungos e outras doenças. Vá regando aos poucos e quando a água parar de entrar na terra, ou começar a escorrer pelo fundo do vaso, está bom.

Recicle a água. Se está regando apenas grama e não legumes ou frutas, a reciclagem da água pode ser útil. A água da chuva é ideal para tal uso, afinal, ela já regaria a grama naturalmente. Existem diversos sistemas para a captação e reutilização da água da chuva.[11] A reutilização da água de uso doméstico (chuveiro, pias e máquina de lavar) também pode servir bem para a irrigação da grama.[12]
Podemos ainda considerar o termo paisagem sob dois aspectos, o natural e cultural. Consideramos paisagem natural aquela onde não houve ação modificadora do homem, ou seja, esta conserva suas bases geológicas (geognóstica) e climáticas (vegetacional). Já a paisagem cultural é aquela modelada por meio de um grupo cultural, onde a cultura é o agente, a área natural é o meio e a paisagem cultural é o resultado.

Com certeza deve-se evitar encharcar a terra, mas não há uma quantidade exata de água para colocar nas plantas. Água demais deixa as raízes das plantas afogadas, pois elas também precisam de ar, além do que, água em excesso pode acarretar no aparecimento de fungos e outras doenças. Vá regando aos poucos e quando a água parar de entrar na terra, ou começar a escorrer pelo fundo do vaso, está bom.


O que fazer diante deste círculo vicioso? Nossa postura mais comum é a omissão. Apenas uma minoria pôde compreender que a ética, entendida na acepção aristotélica e trazida a nós de modo brilhante por Lima Vaz, é um olhar sobre o cuidado com a nossa morada. E esta tem duas dimensões, a interior, que nos molda a capacidade de pensar para todos, e a exterior, que harmoniza a convivência fraterna e possibilita a sobrevivência com qualidade e dignidade.
É necessário prestar atenção à temperatura da água de irrigação. Não é recomendado regar a grama diretamente de um poço ou poço. A temperatura abaixo de 10 ° C choca o sistema radicular da planta. Com a irrigação manual, a água deve ser defendida preliminarmente em recipientes especiais. Muito mais fácil, se você possui um sistema de irrigação automático para o gramado. A água do poço, sob pressão, tem tempo de aquecer até a temperatura do ar antes de entrar em contato com a grama e o solo.
Ao longo dos anos, outros conhecimentos vêm fazer parte da Geografia Cultural, enriquecendo as pesquisas geográficas que enfatizam a cultura como agente transformador do espaço. São incorporadas diversas referências teóricas e metodológicas, tais como os ramos da filosofia dos significados, da fenomenologia, do materialismo histórico e dialético e das humanidades em geral.
Partindo-se do pressuposto que a paisagem urbana é o produto e a materialização do trabalho social, ela está profundamente impregnada de relações sociais e conflitos (CORRÊA, 2003, p. 181), e é constantemente ressignificada, para que possa viabilizar a circulação do capital. Na paisagem urbana, evidenciado, dessa forma, um valor simbólico, "repositório de símbolos de classes sociais e de herança étnica". Essa dialética está presente nas diferenças das paisagens urbanas, tanto internamente, nas zonas residenciais populares e de classes mais abastadas, "que se justapõem, superpõem, contrapõem no uso da cidade" (SANTOS, 2002, p. 326), quanto externamente, nas diferenças entre as cidades. Assim, os diferentes grupos sociais, que ocupam áreas distintas das cidades e/ou cidades diferentes, vão produzir, de acordo com o seu modo de vida e de ocupação do solo, diferentes formas e diferentes paisagens no espaço urbano. Essas diferentes paisagens serão percebidas de inúmeras maneiras e com distintos significados, pois cada indivíduo "enxerga" a paisagem através dos seus "filtros", dentre os quais o filtro da cultura.
Você provavelmente já sabe que para o bem do meio ambiente, assim como o seu próprio bolso, você deve controlar o uso da água. Você já pode até estar desligando a torneira quando fica se ensaboando no chuveiro e usa sua máquina de lavar apenas quando tem várias roupas acumuladas. Mas e fora de casa? Será que existe um jeito certo de economizar água ao molhar as plantas?
A paisagem é, pois, os aspectos perceptíveis do espaço geográfico, isto é, a forma como compreendemos o mundo a partir de nossos sentidos, tais como a visão, o olfato, o paladar, entre outros. É claro que a visão é, geralmente, o mais preponderante dos sentidos quando falamos em compreensão da paisagem, porém não é o único, de forma que podemos perceber o espaço também pelos seus cheiros, sons, sabores e aspectos externos.
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