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Toda a paisagem somente é paisagem, quando é vista, sentida e percebida. Não podemos lembrar ou descrever alguma paisagem que nunca tenhamos visto, mesmo por intermédio de algum artifício (filme, fotografia, desenho, pintura, etc.). Então, a paisagem somente existe na relação do homem com o meio. E essa relação é sempre repleta de significados que são influenciados pela cultura de um determinado lugar e seu povo. Nesse caso, os estudos da paisagem como texto podem descrever os significados da ação humana sobre o processo histórico de sua formação e sua percepção..
Encontrei muito respeito, muita ajuda e muita solidariedade. Encontrei olhares cuidadosos e curiosos de outras mulheres que também me falaram sobre a vontade de viajar e eu disse: “Vai! Simplesmente vai!”.  Encontrei Christen, uma holandesa que havia viajado sozinha até a França e me hospedou em sua casa, onde a gente conversou e fofocou muito sobre pedalar sozinha na estrada e eu vi que existem vários medos em comum. Pedalar sozinha (o) é uma sensação que todo mundo deveria experimentar. Mesmo. Independentemente do sexo.
Experimente algumas alternativas à grama tradicional. Não importa se tem um quintalzão trabalhoso ou quer apenas um pouco mais de variedade às plantações, existem diversas alternativas à cobertura de grama. Se você mora em uma área propensa à falta de água, algumas das alternativas podem ser bem mais proveitosas para o seu quintal, dando menos trabalho e resultando em um jardim mais bonito.
A quantidade de água necessária para o gramado depende não só da sua variedade, mas também da condição do solo de crescimento, bem como das condições climáticas. Lembre-se, irrigação freqüente em pequenas doses prejudica mais o gramado, o mais raro, mas abundante. A camada superior do solo deve secar antes do início da nova irrigação. Normalmente, o gramado precisa de irrigação de 3 a 4 vezes durante a semana quente de verão.

Nas cidades, devido a efetiva impermeabilização dos solos pela ocupação imobiliária, pelas vias de transporte e pelo material utilizado nas canalizações, há pouca ou nenhuma realimentação do lençol freático e dos cursos d’água pela chuva, transformando-os exclusivamente em redes de esgotos. No atual processo de urbanização, a característica natural da rede de drenagem é totalmente modificada, assim como a vegetação natural é degradada ou suprimida, o relevo alterado e, até mesmo, a relação do homem com o seu meio sofre influência desse processo.
Controle a saída de água do sistema de irrigação. Se você instalou um sistema de irrigação com sprinklers no jardim, é importante configurá-lo de acordo com as necessidades da grama. Para medir a saída de água, espalhe algumas latinhas de comida ou canecas pelo quintal e coloque os sprinklers para funcionar por 20 minutos e use uma régua para medir a profundidade da água em todo o quintal.

Aliás a primeira etapa a fazer é preparar o solo, nivelando bem o terreno e deixando a terra um pouquinho fofa para que você possa colocar os tapetes de grama sobre ela e permitir que eles possam ficar bem nivelados. Depois de colocado os tapetes de grama a etapa seguinte e você preocupar se com a quantidade de água que a grama vai precisar para crescer. Se for um período chuvoso, provavelmente você nem precisará regar o jardim, pois a própria chuva se encarrega de fazer este trabalho e por sinal ela faz isso muito bem. Mas se estiver plantando grama em um período em poucas chuvas é necessário criar o hábito de regar diariamente a grama para permitir que ela possa enraizar e crescer.
"[...] a paisagem que vemos hoje não será a que veremos amanhã e nem tão pouco é a que foi vista ontem, pois a paisagem é produzida e reproduzida no decorrer do tempo, através da ação do homem e da sociedade sobre o território, levando em conta que cada ator social tem seu tempo próprio no espaço. Assim, a paisagem é por conseguinte objeto, concreto, material, físico e efetivo e é percebida através dos seus elementos, pelos nossos cinco sentidos, é sentida pelos homens afetivamente e culturalmente". (BERINGUIER, 1991, p. 7)

Experimente algumas alternativas à grama tradicional. Não importa se tem um quintalzão trabalhoso ou quer apenas um pouco mais de variedade às plantações, existem diversas alternativas à cobertura de grama. Se você mora em uma área propensa à falta de água, algumas das alternativas podem ser bem mais proveitosas para o seu quintal, dando menos trabalho e resultando em um jardim mais bonito.


E regar o jardim deve ser habilmente. Um vai derramar o jardim 3-4 vezes por verão, eo outro apenas 1-2 vezes, mas ele terá mais sentido. As árvores precisam mais de umidade quando o ovário começa a crescer e quando as frutas se tornam quase reais. Aqui neste momento e você precisa de água. Antes de regar, os círculos próximos do tambor se soltam, para que a água não role em vão, mas vá para as profundezas. E se eles decidiram regar o jardim, então para cada árvore adulta é necessário despejar pelo menos 15 a 20 baldes para absorver completamente o solo.Se você regar um pouco, isso estraga as árvores.
O urbano está repleto de significações culturais, desde a forma de organização e de uso do solo, nas suas materialidades, que são expressas em suas construções (ruas, casas, avenidas, edifícios, praças, parques, monumentos, etc.) ou nas suas relações econômicas e sociais, redes técnicas e informacionais (SANTOS, 2002, p. 263). Pode-se dizer também que a cidade abriga atualmente um contigente majoritário da população, e os interesses individuais são contraditórios. No espaço urbano, os diferentes interesses, relacionados à ocupação e uso do solo, estão repletos dessas contradições (CARLOS, 2005, p. 42). Santos (2002 p. 78) diz que "através do trabalho, o homem exerce a ação sobre a natureza, isto é, sobre o meio, ele muda a si mesmo, sua natureza intima, ao mesmo tempo em que modifica a natureza externa". E como a paisagem é a materialização do processo relacional homem/meio, a paisagem urbana tem, sem dúvidas, esse significado.
Não regue o jardim à noite. Quando as plantas são regadas durante a noite, a água se deposita nas folhas e caules, em vez de evaporar. Como consequência, o solo pode se tornar encharcado em vez de ocorrer a drenagem adequada que teria com a ajuda do sol. Isso é prejudicial às plantas, pois causa mofo e crescimento de fungos ao redor das raízes, caules e folhas.

A Geografia Cultural é tida como um ramo das ciências geográficas preocupado com a distribuição espacial das manifestações culturais, como: religiões, crenças, rituais, artes, formas de trabalho; enfim, tudo que é resultado de uma criação ou transformação do homem sobre a natureza ou das suas relações com o espaço, seja no planeta, em um continente, país, etc. A exemplos dos estudos sobre: "espaço e religião; espaço e cultura popular; espaço e simbolismo; paisagem e cultura; percepção ambiental e cultural; espaço e simbolismo..."(CORRÊA, 1995, p. 03-11).
Dos males, a mecânica, na verdade, era o menor. O que mais me assustava e me tirava a paz era a questão do assédio. Pedalando por São Paulo, já passei por algumas situações desagradáveis que vão desde motoboys me dizendo coisas impróprias no sinal, até um dia que fui seguida por um carro na Avenida Higienópolis. Coisas assim por aqui acontecem. E fico me perguntando se não deveriam acontecer? Afinal, de um lado a mídia infla a imagem da mulher como um objeto de beleza e prazer, do outro segue cultivando a sociedade do medo. É tudo muito sutil e você acha que não deve responder à altura a violência que é estar caminhando pela rua e ouvir um sonoro “delícia”. Até você estar em uma situação onde se sente vulnerável e começa a ver o helicóptero do Datena sobrevoando a Bélgica e na televisão o anúncio: “ciclista brasileira estuprada por maníaco belga é encontrada morta em rota ciclística”.
Regue com abundância e em profundidade. A maioria das plantas é mais saudável quando as suas raízes se desenvolvem profundamente no solo, em vez de próximas à superfície ou no exterior. Deixe a água penetrar profundamente, a fim de saturar o solo completamente e garantir que ela atinja as extremidades das raízes, também encorajando o crescimento da raiz para baixo.
Dessa maneira, o estudo geográfico da paisagem apresenta dois enfoques principais. Um que a considera total e a identifica como o conjunto do meio, contemplando a este como indicador e síntese das inter-relações entre os elementos inertes: rocha, água e ar, e os vivos: plantas, animais e homem. E o outro, que considera a paisagem visual percebida como a expressão dos valores estéticos, plásticos e emocionais do meio.
O urbano está repleto de significações culturais, desde a forma de organização e de uso do solo, nas suas materialidades, que são expressas em suas construções (ruas, casas, avenidas, edifícios, praças, parques, monumentos, etc.) ou nas suas relações econômicas e sociais, redes técnicas e informacionais (SANTOS, 2002, p. 263). Pode-se dizer também que a cidade abriga atualmente um contigente majoritário da população, e os interesses individuais são contraditórios. No espaço urbano, os diferentes interesses, relacionados à ocupação e uso do solo, estão repletos dessas contradições (CARLOS, 2005, p. 42). Santos (2002 p. 78) diz que "através do trabalho, o homem exerce a ação sobre a natureza, isto é, sobre o meio, ele muda a si mesmo, sua natureza intima, ao mesmo tempo em que modifica a natureza externa". E como a paisagem é a materialização do processo relacional homem/meio, a paisagem urbana tem, sem dúvidas, esse significado.
Em uma visão geográfica, a paisagem abrange aspectos além dos visuais envolvendo também os sentidos. Porém, de acordo com a visão vertical, tudo que incide sobre o que se vê, é considerado por estar em relevo. Portanto, as paisagens englobam os edifícios das cidades modernas, as ruas, praças, os monumentos, além das relações humanas particulares de cada região. Deste modo, todos esses aspectos se tornam importantes pela possibilidade de interpretação e descrição da paisagem atribuindo-a assim um significado e referência.[9]

Escolhi cuidar mais de mim, regar meu jardim, tomar meu café tranquilo. Ler um bom livro sem cafunés para atrapalhar meu raciocínio. Ouvir algo e não esperar você bater em minha porta a qualquer hora mudando de ideia e desejando viver comigo pro resto da vida. Não quero viver te querendo pro resto da vida, sem saber que a vida deve continuar mesmo não te tendo até o fim. Mesmo que o fim não seja exatamente até onde pensei que seria. Não quero ocupar minha cama agora. Não quero ter você no banco de carona, pegando embalo da dancinha do ombrinho até chegar em mim mais uma vez. Não quero ver você se espalhando em mim, nem se desfazendo debaixo do meu chuveiro. Escolhi não me desencontrar, não me deixar do outro lado. Escolhi amar e não esquecer que amor também é não se esquecer. É lembrar de mim e lembrar de você. É lembrar do você sempre, sem se esquecer de mim nunca.


Ao longo dos anos, outros conhecimentos vêm fazer parte da Geografia Cultural, enriquecendo as pesquisas geográficas que enfatizam a cultura como agente transformador do espaço. São incorporadas diversas referências teóricas e metodológicas, tais como os ramos da filosofia dos significados, da fenomenologia, do materialismo histórico e dialético e das humanidades em geral.


No seu conceito chave de “ecologia integral’ (capítulo 4) encontramos, com profunda qualidade argumentativa, a implicação mútua entre o cuidado com a natureza e o cuidado com o ser humano. Ou seja: o escrito magisterial desenlaça um nó ainda em vigor – em tempos de tristes polarizações – no qual antropocentrismo e biocentrismo disputavam atenções e prioridades de políticos, acadêmicos, cientistas e mídia.
A esses aprofundamentos também são agregados à Geografia Cultural temas que não eram por ela tratados anteriormente. Nessa mudança, o conceito de cultura é repensado. A cultura não é mais vista como entidade supra-orgânica, nem como superestrutura. A cultura diz respeito às coisas do cotidiano, comuns, apreendidas na vida diária, na família, no trabalho e no ambiente local. As idéias, habilidades, linguagem, relações em geral, propósitos e significados comuns a um grupo social são elaborados e reelaborados a partir da experiência, contatos e descobertas – tudo isto é cultura.
Não se pode tratar dos impactos ambientais relacionados a qualidade dos recursos hídricos em áreas urbanas de forma isolada. A comunidade científica tem por cacoete compartimentar o estudo da água. No entanto, "a água precisa ser pensada enquanto inscrição da sociedade na natureza, com todas as contradições implicadas no processo de apropriação da natureza pelos homens e mulheres por meio das relações sociais e de poder" (PORTO-GONÇALVES, 2004, p.152). Segundo este autor, "o ciclo da água não é externo à sociedade ele a contém com todas as suas contradições".
O costume de criar plantas em casa sempre foi algo comum da humanidade, independente da cultura e por incrível que pareça, mesmo nas regiões mais secas do nosso planeta, até metade da água usada por uma família pode ser dedicada aos cuidados do gramado e do jardim. Mas a boa notícia é que você pode limitar o gasto de água e desperdiçar o mínimo simplesmente mudando a hora do dia em que você irriga as plantas.
É necessário prestar atenção à temperatura da água de irrigação. Não é recomendado regar a grama diretamente de um poço ou poço. A temperatura abaixo de 10 ° C choca o sistema radicular da planta. Com a irrigação manual, a água deve ser defendida preliminarmente em recipientes especiais. Muito mais fácil, se você possui um sistema de irrigação automático para o gramado. A água do poço, sob pressão, tem tempo de aquecer até a temperatura do ar antes de entrar em contato com a grama e o solo.
"[...] a paisagem que vemos hoje não será a que veremos amanhã e nem tão pouco é a que foi vista ontem, pois a paisagem é produzida e reproduzida no decorrer do tempo, através da ação do homem e da sociedade sobre o território, levando em conta que cada ator social tem seu tempo próprio no espaço. Assim, a paisagem é por conseguinte objeto, concreto, material, físico e efetivo e é percebida através dos seus elementos, pelos nossos cinco sentidos, é sentida pelos homens afetivamente e culturalmente". (BERINGUIER, 1991, p. 7)

No seu conceito chave de “ecologia integral’ (capítulo 4) encontramos, com profunda qualidade argumentativa, a implicação mútua entre o cuidado com a natureza e o cuidado com o ser humano. Ou seja: o escrito magisterial desenlaça um nó ainda em vigor – em tempos de tristes polarizações – no qual antropocentrismo e biocentrismo disputavam atenções e prioridades de políticos, acadêmicos, cientistas e mídia.


A rega melhora o aspecto da planta, a deixa mais saudável, possibilitando que ela realize seus processos metabólicos de maneira mais fácil. Quando a rega é feita de maneira correta e regular, as plantas ficam ainda mais bonitas e vistosas. Mas é importante lembrar que cada planta necessita de uma quantidade de água diferente, assim também como cada dia também.
Dos males, a mecânica, na verdade, era o menor. O que mais me assustava e me tirava a paz era a questão do assédio. Pedalando por São Paulo, já passei por algumas situações desagradáveis que vão desde motoboys me dizendo coisas impróprias no sinal, até um dia que fui seguida por um carro na Avenida Higienópolis. Coisas assim por aqui acontecem. E fico me perguntando se não deveriam acontecer? Afinal, de um lado a mídia infla a imagem da mulher como um objeto de beleza e prazer, do outro segue cultivando a sociedade do medo. É tudo muito sutil e você acha que não deve responder à altura a violência que é estar caminhando pela rua e ouvir um sonoro “delícia”. Até você estar em uma situação onde se sente vulnerável e começa a ver o helicóptero do Datena sobrevoando a Bélgica e na televisão o anúncio: “ciclista brasileira estuprada por maníaco belga é encontrada morta em rota ciclística”.
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