Onde é que se encontra o sublime? Perto. Ao regar as plantas no jardim. Ao escolher os objetos da casa conforme a lembrança de um momento especial que cada um deles traz consigo. Lendo um livro. Dando uma caminhada junto ao mar, numa praça, num campo aberto, onde houver natureza. Selecionando uma foto para colocar no porta-retrato. Escolhendo um vestido para sair e almoçar com uma amiga. Acendendo uma vela ou um incenso. Saboreando um beijo. Encantando-se com o que é belo. Reverenciando o sol da manhã depois de uma noite de chuva. Aceitando que a valorização do banal é a única atitude que nos salva da frustração. Quando já não sentimos prazer com certas trivialidades, quando passamos a ter gente demais fazendo as tarefas cotidianas por nós, quando trocamos o "ser feliz" pelo "parecer feliz", nossas necessidades tornam-se absurdas e nada que viermos a conquistar vai ser suficiente, pois teremos perdido a noção do que a palavra suficiente significa."

Você provavelmente já sabe que para o bem do meio ambiente, assim como o seu próprio bolso, você deve controlar o uso da água. Você já pode até estar desligando a torneira quando fica se ensaboando no chuveiro e usa sua máquina de lavar apenas quando tem várias roupas acumuladas. Mas e fora de casa? Será que existe um jeito certo de economizar água ao molhar as plantas?
Sprinkler - imitação de chuva para irrigação de grama. Pequenas secções das plantações são regadas manualmente a partir do pulverizador com um regador ou uma mangueira. Se a área for muito grande, é aconselhável instalar sprinklers automáticos.  Durante a aspersão, não apenas o solo é umedecido, mas também o espaço aéreo ao redor do gramado. Tipos principais:

O solo de relva ervas não deve ser muito fácil e ter uma espessura de 20 a 50 centímetros. Muito pesado o solo precisa fazer a turfa e areia. Antes da sementeira de ervas, ela precisa fluffing. Se o solo com fertilizantes, o gramado será o mais luxuoso. Alimentados gazonnyu verdes minerais fertilizantes, composto de potássio, o fósforo e o nitrogênio.
No dia seguinte, Kristof, que é um belga magro de mais de 1,90, estava na porta do hostel e quando me viu, não disse nada e me deu um abraço. Eu só conseguia chorar e pedir desculpas enquanto ele me dizia: “vai ficar tudo bem”. Fiquei durante quatro dias em Sint Katelijne Waver, uma cidadezinha pacata no meio da Bélgica na casa do meu amigo. Com uma dieta a base de waffles, chocolates, cervejas trapistas e kriek (uma espécie de cereja que serve para fermentar cerveja, fazer molhos, doces e basicamente tudo na Bélgica), o meu amigo me convenceu de que para fazer uma cicloviagem você precisa de pernas, vontade e algum conhecimento. Ser mulher é um fator que pouco importa diante disso, se você está na Europa.
Podemos ainda considerar o termo paisagem sob dois aspectos, o natural e cultural. Consideramos paisagem natural aquela onde não houve ação modificadora do homem, ou seja, esta conserva suas bases geológicas (geognóstica) e climáticas (vegetacional). Já a paisagem cultural é aquela modelada por meio de um grupo cultural, onde a cultura é o agente, a área natural é o meio e a paisagem cultural é o resultado.
A noção de cultura não considera indivíduos isolados ou as características pessoais que possam possuir, mas comunidades de pessoas que ocupam um espaço determinado, amplo e geralmente contínuo. Assim, a cultura está assentada em uma base geográfica. Dessa maneira, a Geografia Cultural é a aplicação da idéia de cultura aos problemas geográficos, os aspectos da Terra, em particular aqueles produzidos ou modificados pela ação do homem (sociedade). Distingue, descreve e classifica os complexos típicos de aspectos ambientais, incluindo aqueles realizados pelo homem, que coincidem com cada comunidade cultural, considerando-os como paisagens culturais e procurando origens na história cultural. Assim, a cultura ao produzir e reproduzir o espaço, deixa a sua marca visível, o resultado material da interação do homem com o meio: a paisagem ou a paisagem cultural.

Partindo da observação crítica da paisagem e do levantamento de dados (descrições e características) é produzido novos conhecimentos sobre o lugar em análise. Tais observações e aprofundamentos se dão por auxílio de instrumentos essenciais para sua formulação, como as imagens (fotografada ou mental), os mapas e principalmente o olhar crítico sobre o local observado.[11]

Até a década se 1960, o foco central dos estudos da paisagem estava na sua morfologia, sendo a contribuição de Sauer, em seu artigo, já referido, The Morfology of Landscape, uma das mais importantes nesse sentido. A partir do final da década de 1970, Corrêa (2003, p. 179) sublinha que diversos autores, entre eles Meinig (1979), introduzem, nos estudos da paisagem, a interpretação. Assim, pode-se dizer que, a paisagem urbana é um campo rico para a interpretação, permitindo "múltiplas leituras a partir de diversos contextos históricos-culturais, envolvendo diferenças sociais, poder, crenças e valores". Portanto, a paisagem urbana é repleta de signos e símbolos, e seus significados podem ter inúmeros sentidos.

: Depois de uma semana sem chuva, defina a aspersão, mangueiras de imersão ou sistema de aspersão para vir ao redor da meia-noite e terminando por volta da 08:00 Seu pluviômetro vai dizer se você precisa ajustar o tempo para atingir um centímetro final própria quando o sol nasce. (É preciso um longo tempo para colocar uma polegada de água para baixo). É OK para molhar sai à noite, se você não parar durante a noite; água em movimento protege as plantas e, em seguida, o sol nascente vai secar as folhas. (Apesar do nível do solo irrigação é sempre melhor.)

A paisagem cultural aborda a associação de características humanas, biológicas e físicas sobre a superfície da Terra (especialmente as que são visualmente perceptíveis), alteradas ou não pela ação humana. Como a paisagem, é considerada a materialização da ação humana no espaço, através da necessidade de adaptação à sobrevivência do homem na natureza, e, atualmente, a sociedade, de alguma maneira, está presente em quase toda a superfície terrestre, podemos dizer que, nessas circunstâncias, não mais existe uma paisagem natural. Haja vista que toda a paisagem, mesmo que aparentemente intocada, já perdeu a sua "naturalidade", pois foi, segundo Santos (2002), coisificada. Mesmo que o homem não tenha nela colocado os seus pés, já lhe foi atribuído algum significado e, portanto, faz parte de uma cultura, até mesmo de uma cultura capitalista, na qual faz parte o "racionalismo econômico" (LEFF, 2006) a tudo dá valor. Assim sendo, mesmo de maneira genérica, poder-se-ia dizer que toda a paisagem é cultural, pois mesmo nos recantos intocados das florestas tropicais há a incidência dos valores sociais atribuídos pelo homem.

Podemos ainda considerar o termo paisagem sob dois aspectos, o natural e cultural. Consideramos paisagem natural aquela onde não houve ação modificadora do homem, ou seja, esta conserva suas bases geológicas (geognóstica) e climáticas (vegetacional). Já a paisagem cultural é aquela modelada por meio de um grupo cultural, onde a cultura é o agente, a área natural é o meio e a paisagem cultural é o resultado.
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