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Se possível, regue no período da manhã. Esta é a melhor hora para se regar o jardim, pois se trabalha a favor do ciclo natural de crescimento das plantas. Os vegetais estão prontos para receber água durante a manhã, quando o sol está alto, mas não a pino. Durante o resto do dia, eles serão capazes de se nutrir com a água antes que o sol fique quente demais. Plantas hidratadas estão mais bem capacitadas para enfrentar calor extremo.[1]
Propõe-se então, como referencial para os estudos que pretendam avaliar a percepção da água na paisagem urbana, a comparação entre a percepção da paisagem e da água na paisagem pela população local, com as análises físico-químicas dos cursos d’água. Desta maneira, pode-se saber como está a saúde da rede hídrica na realidade e, de outra forma, como é percebida esta realidade pela população. Assim então, a partir dessa comparação, se terá subsídios para futuras intervenções na paisagem urbana, que tenham o objetivo qualifica-la, assim como qualificar as paisagens onde a água está inserida.
Esta mesma pobreza empurra muitas comunidades e grupos para uma depredação do meio ambiente deplorável. Soma-se a falta de instrução adequada com a indiferença política de tantos responsáveis, para lamentarmos destruição de nascentes, margens de rios, ocupação indiscriminada do solo urbano, enfim, a pobreza que vinga nas nossas cidades e entristece o povo do campo.
"[...] a paisagem que vemos hoje não será a que veremos amanhã e nem tão pouco é a que foi vista ontem, pois a paisagem é produzida e reproduzida no decorrer do tempo, através da ação do homem e da sociedade sobre o território, levando em conta que cada ator social tem seu tempo próprio no espaço. Assim, a paisagem é por conseguinte objeto, concreto, material, físico e efetivo e é percebida através dos seus elementos, pelos nossos cinco sentidos, é sentida pelos homens afetivamente e culturalmente". (BERINGUIER, 1991, p. 7)
. Pulverize rasa freqüente garantir o crescimento da raiz grácil, que é ruim para todas as plantas. É também a segunda maior causa de problemas de pragas persistem prados (o primeiro é escalpelamento). Regar com freqüência também ameaça as raízes das plantas ficar úmido, o que eles podem apodrecer no térreo. As plantas precisam secar entre as regas.
Corrêa (2002, p. 175) diz que, mesmo não se encerrando as possibilidades temáticas, as relações entre cultura e urbano podem se manifestar de diferentes modos. Mas ele relaciona aqui três dessas manifestações. Primeiro, a toponímia e identidade que, segundo Corrêa, "constitui-se em relevante marca cultural e expressa uma efetiva apropriação do espaço por um dado grupo cultural" (p. 176). Segundo, a cidade e a produção de formas simbólicas, "sendo que, em parte, por meio das formas simbólicas é que a cidade expressa uma dada cultura e realiza o seu papel de transformação cultural" (p. 177). E, em terceiro, a paisagem urbana e seus significados, sendo esta que "constitui-se em importante temática, tendo atraído a atenção dos geógrafos[...]" (p. 179).
A quantidade de água necessária para o gramado depende não só da sua variedade, mas também da condição do solo de crescimento, bem como das condições climáticas. Lembre-se, irrigação freqüente em pequenas doses prejudica mais o gramado, o mais raro, mas abundante. A camada superior do solo deve secar antes do início da nova irrigação. Normalmente, o gramado precisa de irrigação de 3 a 4 vezes durante a semana quente de verão. 

Esta mesma pobreza empurra muitas comunidades e grupos para uma depredação do meio ambiente deplorável. Soma-se a falta de instrução adequada com a indiferença política de tantos responsáveis, para lamentarmos destruição de nascentes, margens de rios, ocupação indiscriminada do solo urbano, enfim, a pobreza que vinga nas nossas cidades e entristece o povo do campo.

Na antiguidade, a relação entre elementos físicos e humanos da paisagem foi notada pela primeira vez nos tratados de Estrabão e dos geógrafos da escola de Alexandria. No começo do século XIX, Carl Ritter estabeleceu a inter-relação entre a atividade do homem e o meio natural, o que deu origem à geografia humana. Surge pouco depois a escola alemã, que desenvolveu uma concepção determinista da geografia, pela qual o meio é responsável pela atividade e cultura humanas. Como contraponto, na França, temos a escola possibilista, representada por Paul Vidal de La Blache, que defende a influência do homem no meio, ao longo da evolução histórica e segundo seus próprios interesses.


Regar sempre menos vezes, mas de forma profunda. Uma boa rega não deve ser medida em termos de quantidade, mas sim de profundidade. Ao regar sempre próximo do solo estará a garantir uma rega em profundidade, o que assegura de forma mais eficaz os níveis de humidade necessários a um solo saudável, ao contrário de uma rega mais superficial, onde a água pode facilmente evaporar. Uma rega em profundidade também promove a deslocação das raízes das plantas para zonas do solo mais fundas – o que é ideal uma vez que é precisamente nessas zonas onde a humidade é armazenada durante mais tempo, ou seja, muito mais tempo do que na superfície de um jardim.
Quando você molha a grama sem que ela esteja precisando, o seu ato não só se trata de desperdício de água, quando a palavra de ordem é economizar, como isso poderá causar muitas doenças nela, entre elas, fungos. Água demais também fará mal a grama e devemos saber e levar em consideração o tipo de grama escolhida. Algumas precisarão de ais água, enquanto outras, nem tanto e outros fatores também são determinantes, como por exemplo: umidade, vento e temperatura.
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